Assim como. Como o quê?

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Salpicando a vida sem pressa. A felicidade das coisas simples.
Momentos que nos fazem pensar: vale a pena ser criança.
Saudades

Primeiras horas da manhã.

foi invadindo
espaço às gaivotas
.

Ou seriam elas?
Alheias, catavam caranguejos para o desjejum matinal.
Ao longe, surfistas desbravam ondas, na maré.
Perto, observei encantada a labuta.

eu?...Tive de regressar. Que bem se estava à beira mar.

Julho faz promessas de Verão.
Ao Domingo o dia fica mais azul quando há tempo para o saborear.

Vista colorida à beira mar plantada.






Positano surgiu casualmente na nossa viagem. Não fazia propriamente parte do projeto inicial de itinerário. Ainda fica a uma hora e quinze minutos de carro de Nápoles. A viagem não foi difícil (parabéns à condutora pela serenidade) no entanto, requer particular atenção (os italianos são bruscos nas mudança de faixa de rodagem). Já na aproximação à cidade, a estrada é muito estreita, sinuosa, escarpada e muito movimentada. Os pontos de miradouro são poucos e o estacionamento está sempre lotado por curiosos que, tal como nós, se querem debruçar e deliciar com a "bella" vista que é de tirar o fôlego. Era domingo e estava um belo dia de sol.
Ficou-nos o prazer de percorrer a cidade de casas em cascata. Ruas estreitas e bem decoradas, lojas típicas de artesanato. Ficamos a saber que por ali fazem férias e adquiriram casas alguns famosos. E ainda que naquela zona se faz o famoso licor de limão. Havia sabonetes com feitio e cheiro de limões, boa doçaria, e pudemos ver a bonita Igreja de Santa Maria Assunta.

Na bagagem trouxemos o sonho de um dia visitar a ilha de Capri.
Afinal... estavamos tão perto!

e espaço para ti

