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florbytes

Gosto de andar sem pressa, ainda que a impaciência tenha pressa e corra comigo.

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Gosto de andar sem pressa, ainda que a impaciência tenha pressa e corra comigo.

A corrida do tempo

O Natal já se foi...

 

Hora de arrumar a “tralha” e guardar as boas lembranças num cantinho especial.

 

Corre ligeiro o tempo para o fim do ano com pressa de apanhar o novo.

E nós, “tontos”, alinhamos, esquecendo que na correria vamos ficando para sempre com - menos um.

É assim a vida. E, assim somos nós.

Sempre a correr. Sempre em luta contra o tempo. Não usufruindo do que ela nos dá.

Ingratos muitas vezes.

O dia de hoje não chega. O dia de hoje não nos satisfaz. Pretendemos o dia de amanhã.

Acreditamos que amanhã vai ser muito melhor.

 

Então: Que sejamos surpreendidos e por uma vez sejam realizados todos os sonhos.

            Que o novo ano seja EXCELENTE para todos.

 

Com;;;;e saúde.

 

Com um pouco de cada um, teremos já vários motivos para

 

 

 

publicado às 08:00

Noite de paz

 

A casa está enfeitada

A hora está a chegar

Abramos o coração

Convidemos a união

Para esta ocasião

Adocemos a palavra

Adicionemos o sorriso

Partilhemos o abraço

Nesta noite de Natal

Para que nada corra mal

 

Abram-se prendas

Bata-se palmas

Cante-se até

E se não houver cama...

Durma-se de pé

 

Amanhã é Natal

Nasceu o menino

Filho da Maria

E também do José

 

 

 

 

publicado às 11:33

Mais um. Que seja bom!

Que este dia seja vivido em paz e harmonia.

Que seja época de reconciliação.

 

Que a vossa felicidade transborde e passe para mais alguém também.

Abram um sorriso, para que quem convosco se cruze neste dia, o olhar, ganhe o brilho da esperança.

Talvez seja mesmo o mais importante nesta época que se diz ser de festa.

 

Para todos quantos por aqui passaram este ano deixo um grande OBRIGADA.

Foi um prazer receber-vos a TODOS.

 

 

 

publicado às 00:01

Meus amigos deixo-vos

  A neve nesta época fria que sabe a Inverno 

  O lume para que vos ajude a aquecer o corpo e a alma.

 E um abraço fraterno a todos quantos me visitam com um...até breve(?)!

 

 

 

 

"Lembra-te
que todos os momentos
que nos coroaram
todas as estradas
radiosas que abrimos
irão achando sem fim
seu ansioso lugar
seu botão de florir
o horizonte
e que dessa procura
extenuante e precisa
não teremos sinal
senão o de saber
que irá por onde fomos
um para o outro
vividos"

Mário Cesariny

 

publicado às 00:01

O cheiro do meu Natal

Ao recordar a infância e a noite de Natal, é o cheiro da lareira e da resina das pinhas queimadas

que mais me deixa saudades.

 

Havia sempre um belo braseiro e à sua volta pinhas que se abriam com o calor soltando os pinhões

e espalhando aquele cheirinho.

 

Depois do jantar, havia um martelo pequenino e uma pedra para que pudessemos partir pinhões,

nozes e avelãs.

 

Ainda hoje adoro estes frutos.

 

publicado às 01:07

Agradeço ;-)

                                                   Foto tirada pelo Carneiro

 

Aos meus pais....

Aos meus familiares...

 

Aos meus amigos...

 

Aos meus visitantes...

 

Aos meus vizinhos...

 

Aos telefonemas...

 

As sms...

 

As dedicatórias...

 

E a quem comigo partilhou o dia... transformando-o num belo dia de festa.

 

Uma palavra especial ao Jorge; Rosinda; Rotiv; Manú; Fátima; DG14 por serem pessoas maravilhosas transformando um dia vulgar num dia de alegria com brilho especial.

 

Falta ainda à pessoa mais discreta - O Carneiro - que calmamente me vai ajudando a gerir o sorriso e as emoções com paz e resmas de ternura.

 

Obrigada a todos por terem estado comigo.

 

 

 

publicado às 20:31

E pronto...mais um - Obrigada!

 

O meu amigo fez-me esta linda surpresa.

Mesmo que me tente convencer de que não gosto de fazer anos, assim - Fica difícil!

 

Milton Nascimento dizia:

"Amigo é coisa para se guardar
no lado esquerdo do peito
mesmo que o tempo e a distância
digam não, mesmo esquecendo a canção
o que importa é ouvir a voz que vem do coração"

 

Coração tu bates forte

Quando o sentimento nos invade

Não tem a ver com idade

Somente, com ternura e amizade

Dida/Flordeliz

 

Obrigada

 

 

publicado às 01:13

Ai o pão...

 

Pão, 

com farinha 

água 

e fogo 

te levantas. 

Espesso e leve, 

reclinado e redondo,

repetes

o ventre

da mãe,

equinocial

germinação

terrestre.

 

 

 

Pão,

 

que fácil

e que profundo tu és:

no tabuleiro branco

da padaria

estendem-se as tuas filas

como utensílios, pratos

ou papéis,

e de súbito a onda

da vida,

a conjunção do germe

e do fogo,

cresces, cresces

de súbito

como

cintura, boca, seios,

colinas da terra,

vidas,

sobre o calor, inunda-te

a plenitude, o vento

da fecundidade,

e então

imobiliza-se a tua cor de oiro,

e quando já estão prenhes

os teus pequenos ventres

a cicatriz escura

deixou sinal de fogo

em todo o teu doirado

sistema de hemisférios.

 

 

Agora,

intacto,

és

acção de homem,

milagre repetido,

vontade da vida.

Ó pão de cada boca

não

te imploraremos,

nós, os homens,

não somos

mendigos

de vagos deuses

ou de anjos obscuros:

do mar e da terra

faremos pão,

plantaremos de trigo

a terra e os planetas,

o pão de cada boca

de cada homem,

em cada dia

chegará porque fomos

semeá-lo

e fazê-lo,

não para um homem, mas

para todos,

o pão, o pão

para todos os povos

e com ele o que possui

forma e sabor de pão

repartiremos:

a terra,

a beleza,

o amor,

tudo isso

tem sabor de pão,

forma de pão,

germinação de farinha,

tudo

nasceu para ser compartilhado,

para ser entregue,

para se multiplicar.

 

 

Por isso, Pão,

 

se foges

da casa do homem,

se te escondem,

se te negam,

se o avarento

te prostitui,

se o rico

te armazena,

se o trigo

não procura sulco e terra,

pão,

não rezaremos

pão,

não mendigaremos,

lutaremos por ti com outros homens,

com todos os famintos,

por todos os rios, pelo ar

iremos procurar-te,

a terra toda repartiremos

para que tu germines,

e connosco

avançará a terra:

a água, o fogo, o homem

lutarão junto a nós.

 

 

Iremos coroados

de espigas,

conquistando

terra e pão para todos,

e então

também a vida

terá forma de pão,

será simples e profunda,

inumerável e pura.

Todos os seres

terão direito

à terra e à vida,

e assim será o pão de amanhã,

o pão de cada boca,

sagrado,

consagrado,

porque será o produto

da mais longa e dura

luta humana.

 

 

 

Não tem asas

 

a vitória terrestre:

tem pão sobre os seus ombros,

e voa corajosa

libertando a terra

como uma padeira

levada pelo vento.

 



 

Poema de Pablo Neruda (trad. Fernando Assis Pacheco)

 

 

 

Museu do Pão em Seia.

Se tiverem oportunidade, vale a pena a visita e de seguida uma pausa no restaurante.

Adorei o espaço (dentro e fora); o serviço e os pratos.

publicado às 00:01

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