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florbytes

Gosto de andar sem pressa, ainda que a impaciência tenha pressa e corra comigo.

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Gosto de andar sem pressa, ainda que a impaciência tenha pressa e corra comigo.

E por vezes...

 

E por vezes a água parece prata

E a prata parece ter vida

E a vida tem marés

E as marés trazem ondas

E as ondas salpicam os pés

E os pés percorrem destinos

E os destinos são como os trilhos

E os trilhos marcam uma vida

E a vida é como as marés

 

Num dia parece prata

Noutro parece um tesouro

Mas nos outros, o que é?

=Eu

 

publicado às 23:24

Passagem por Aljezur

 

Castelo de Aljezur 

 

 

Momentos de pausa e contemplação  

 

 

Regresso à Vila de Aljezur  

 

          Relembrar a nossa história  

 

 

"A posição vulnerável da fortificação de Aljezur num cabeço proeminente destacado na paisagem aplanada terá favorecido, segundo as crónicas, a sua conquista aos mouros em meados do século XIII. A ela ficou ligada a memória de D. Paio Peres Correia grande empreendedor da estratégia militar de ocupação das fortalezas do Algarve, acção essa que se terá processado no sentido este-oeste.
O Castelo terá sofrido amplas obras de restauro e melhoramento no tempo de D. Dinis que lhe concedeu foral em 1280, e mais tarde, no tempo de D. Manuel, em simultâneo com o novo foral.
A planta da fortificação é poligonal, restando alguns panos de muralha e a torre principal cilíndrica, em aparelho irregular.
Apresenta actualmente um estado avançado de ruína para o qual contribuiu muito a incúria do tempo e dos homens e, sobretudo, os efeitos do terramoto de 1775."

 

Um local com uma vista panorâmica excelente sobre a planície e ainda sobre uma sucessão de colinas.

 

publicado às 00:01

Sim...vê!

 

Vê como o verão
subitamente
se faz água no teu peito,



e a noite se faz barco,

e minha mão marinheiro.

Eugénio de Andrade

                                                                                                                                                Praia de Francelos

                                                                                                                                                 V. N. de Gaia

                                                                                                                                                 Pentax Optio 

 

publicado às 00:04

Alma! Mas alma de quem?

 

 

Toda esta noite o rouxinol cantou,  

Gemeu, rezou, gritou perdidamente!  

Alma de rouxinol, alma de gente,  

Tu és, talvez, alguém que se finou!

 

   

Tu és, talvez, um sonho que passou,  

Que se fundiu na Dor, suavemente...  

Talvez sejas a alma, alma doente  

De alguém que quis amar e nunca amou!

 

   

Toda a noite choraste...e eu chorei  

Talvez porque, ao ouvir-te, adivinhei  

Que ninguém é mais triste do que nós! 

 

Contaste tanta coisa à noite calma,  

Que eu pensei que tu eras a minh´alma  

Que chorasse perdida em tua voz!

 

Livro das Mágoas - Florbela Espanca

 

 

publicado às 00:01

O moinho

 

Parque de campismo em Espanha.

 

 

Gostei do aspecto simples, limpo e asseado do parque (entrei apenas para poder visitar o moinho).

Todos os recantos para montar tenda são em relva, há imensas árvores e casinhas em madeira com aspecto acolhedor.

Junto à piscina há um acesso directo ao mar. Não tem praia com areia. Apenas rochas escuras e o mar não me inspira confiança.

 

Logo...

Fico-me pelos banhos nas nossas belas praias de areia douradinha e água mais clarinha.

 

Gostos não se discutem. E eu - tenho os meus!!!

 

A caminho de Baiona (Espanha)

publicado às 00:02

Do rio...

Rio Tâmega - Amarante - Agosto 2010

 

"Nas vagas alterosas do Rio
as cores, fortes
lembram pedaços de mim
escritos por outrém...

E é também assim a vida,
fragmentos
coloridos de sofrer,
vitrais
através dos quais
primeiro vemos
o Rio passar,
depois descobrimos
que Somos
o próprio Rio...

Fazemos a travessia
com medo
às vezes, com nostalgia
mas sempre na Magia
do Encontro
com o NOVO...

O Rio
é essa descoberta,
a côr,
a Vida aberta
ao Ser profundo
que se desvela...

E quando o Rio parece
Solidão
eis que surge
a côr, o som, o traço
redentor
e a comunicação se faz
entre fragmentos
do Rio,
entre ilusões de ser-eu
agora menos sós.

O Rio,
essa Mãe
de todos os Budas
essa incandescência
de todas as cores
essa Maya
que é Mãe
de Sabedoria...

No Rio

“os que buscam"
encontram-se em cores,
em tons, em traços
que retratam
o próprio RIO,
"mãe de iluminação".

Pudessem todos os Seres
não ter medo
da Travessia...
do encontro
com a própria côr,
o próprio som, a Magia
da transformação
do fragmento
na Água do Rio que sacia..."

 

 

Isabel Nobre

http://flordojacaranda.blogspot.com

 

publicado às 00:03

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